Segunda-Feira, 17 de Dezembro de 2018
Cidades
19/06/2018 17:33:00
Buracos nas ruas ainda geram insatisfação na população da Capital

Da assessoria/PCS

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Foto: Divulgação

Entre as diversas solicitações de serviços públicos encaminhadas pelo legislativo municipal, nesta terça-feira (19), a operação tapa-buracos despontou entre as mais pedidas pela população de Campo Grande.

As vias públicas dos bairros Vila Carlota, Novos Estados, Mata do Jacinto, Vila Almeida, Santo Amaro e Cidade Jardim estão entre os mais afetadas. De acordo com o vereador William Maksoud (PMN), o que a grande maioria dos bairros têm em comum é a malha viária já bastante desgastada pelo tempo.

Segundo estimativa da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos, Campo Grande tem uma malha viária pavimentada de 2.800 quilômetros, dos quais, aproximadamente 1.500 quilômetros precisam ser recapeados. “São malhas que já têm 30 anos, sendo que o tempo médio de vida útil do asfalto varia entre 10 a 15 anos”, lembra o parlamentar.

De acordo com o vereador, uma das principais queixas da população, além da demora para a manutenção das vias, é sobre a vida útil dos serviços realizados, que voltam a abrir buracos em pouco tempo.

O Executivo alega que a prestação de serviços foi submetida a um novo contrato, com cláusulas que garantem maior transparência e controle que vão ajudar na fiscalização da qualidade do serviço.

Um dos dispositivos prevê, por exemplo, segundo o prefeito Marquinhos Trad , que antes de ser feito o remendo no pavimento, a empresa faça um inventário completo do trecho onde intervirá: os buracos serão fotografados, sendo cada um deles medido para que se tenha a quantidade exata de massa asfáltica a ser utilizada.

O mesmo registro fotográfico será feito quando o tapa-buraco estiver pronto. Com base neste levantamento, os engenheiros da secretaria vão indicar, por exemplo, os trechos do tapa-buraco onde será preciso fazer o microrrevestimento asfáltico, que garante maior durabilidade ao remendo, porque impermeabiliza o pavimento, fecha fendas por onde água a infiltra e daí surgem novos buracos.

“É um processo mais complexo, porém mais transparente, o que nos assegura que o serviço está de fato sendo realizado, enquanto o recapeamento não vem”, conclui o vereador.

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