Terça-Feira, 22 de Setembro de 2020
Polícia
10/11/2016 10:10:00
Duas pessoas são detidas por pegarem dinheiro de agência após assalto em Pedro Gomes
Foto: PC de Souza

Dois jovens, ainda não identificados, foram detidos pela Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (10), por pegarem dinheiro da agência do Banco do Brasil explodida durante a madrugada por um bando fortemente armado.

Segundo informações preliminares, após as explosões eles teriam aproveitado para entrar no local e pegar o dinheiro que ficou esparramado.

Através de denúncia anônima, a polícia encontrou o dinheiro na casa dos suspeitos. Ambos foram detidos e levados para a Delegacia de Polícia Civil de Pedro Gomes onde devem ser ouvidos pelo delegado de plantão.

O ataque

Além das explosões relatadas por moradores, os assaltantes efetuaram muitos disparos, na tentativa de intimidar moradores e policiais. O fogo tomou conta da agência que ficou totalmente destruída. As chamas foram contidas pelo Corpo de Bombeiros de Coxim.

Foto: PC de Souza

Informações extraoficiais dão conta de que os bandidos usaram dois veículos, sendo um GM Cruze de cor escura e uma Toyota Hillux clara. Outros afirmam que foram quatro veículos.

As polícias Civil e Militar, assim como a PRF (Polícia Rodoviária Federal), GARRAS (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos), a ROTAI (Rondas Ostensivas e Táticas do Interior)e BOPE (Batalhão de Operações Especiais) trabalham na tentativa de localizar os assaltantes.

O Edição MS esteve no local e conseguiu acesso ao interior do banco, onde é possível notar a destruição total da agência, sobrando apenas algumas paredes externas (confira o vídeo).

Pelo menos dois cofres foram detonados, mas ainda não há informações de quanto foi levado da agência.

Troca de tiros

De acordo com a Polícia Civil, a PRF teria trocado tiros com suspeitos na divisa entre Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, mas não há informações se há envolvimento com o caso.

Um helicóptero da PRF também foi disponibilizado para a operação de busca pelos bandidos principalmente nas estradas vicinais e nas regiões de difícil acesso.

Foto: Alisson Silva
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