Terça-Feira, 25 de Setembro de 2018
Polícia
14/04/2018 08:55:00
Durante prisão no bairro Piracema, gari conta com ajuda para esconder celular da polícia
Envolvidos podem responder pelo crime de ocultação de provas, conforme Polícia Civil.

Sheila Forato

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Foto: PC de Souza

O gari José Carlos Pereira da Silva, preso no final da tarde desta sexta-feira (13) em Coxim, contou com ajuda para que seu celular não fosse apreendido. Entretanto, isso está sendo tratado pela Polícia Civil como ocultação de provas, o que é crime.

Assim que avistou a viatura, o gari pediu para o vereador Sinval Batista (PSDB), o Sinval, entregar o aparelho ao seu colega, Márcio Vaz e na dificuldade de achar o mesmo que entregasse para o professor Josimar Miranda.

A informação foi confirmada por Sinval à Polícia Civil. Por telefone, na manhã deste sábado (14), ele também confirmou à reportagem do Edição MS. “Estávamos no Ginásio de Esportes, onde também estava o Josimar, para quem eu entreguei o celular”, relatou o vereador.

Quando recebeu essa informação, as polícias Civil e Militar procuraram pelo poeta na cidade, mas a única coisa que conseguiram foi um contato por telefone. Ele teria dito que não ia entregar o aparelho e que arrumaria um advogado. Nossa reportagem entrou em contato com Josimar, pelo whatsapp, e aguarda retorno.

A delegacia que investiga o homicídio de Manoel Teodoro, o Neto, pelo qual Zé Carlos é apontado como principal suspeito, quer saber o que tinha nesse aparelho. Porque tantas pessoas auxiliaram na ocultação do celular.

Para a polícia o gari é o principal suspeito de ter planejado e executado a morte de Neto. Contudo, eles não descartam a participação de outras pessoas. A vítima foi morta com quatro tiros, no quintal de sua casa, na avenida Presidente Vargas, que margeia o rio Taquari, em Coxim.

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