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Política
12/02/2013 11:14:15
Delcídio critica tentativa leviana de atribuir a Bernal os problemas de gestões passadas
O senador Delcídio Amaral (PT) não se diz surpreso com a atitude da oposição, que tenta a todo o momento atribuir ao prefeito Alcides Bernal (PP) os problemas criados pelas antigas administrações.

Midiamax/PCS

\n \n O senador Delcídio Amaral (PT) não se diz surpreso com a atitude\n da oposição, que tenta a todo o momento atribuir ao prefeito Alcides Bernal\n (PP) os problemas criados pelas antigas administrações. O senador lembra que o\n discurso já era esperado e existia desde o segundo turno da eleição: \n \n “Eu brinco sempre que tem gente que está querendo disputar um\n terceiro turno. O Bernal está enfrentando muitos problemas que não começaram\n quando ele assumiu. São problemas de administrações anteriores e que, de forma\n leviana, tentam associar com a gestão dele”. \n \n Delcídio avalia como natural as investidas da oposição na\n tentativa de desestabilizar o prefeito Na opinião dele, as críticas são maiores\n por conta da insatisfação de quem perdeu a eleição após vários anos de hegemonia.\n \n \n “As críticas ao Bernal são naturais. O PMDB estava acastelado há\n 20 anos em Campo\n Grande. O choro é grande. Acho que ele tem que desmentir\n aquilo que muitos têm dito dele, trabalhando e fazendo um governo digno e\n decente”, opinou. \n \n Delcídio ressalta que a eleição de Alcides Bernal mudou uma\n realidade que persistia a mais de uma década e que agora é hora de mudar,\n buscando, principalmente, ajuda da bancada federal. O senador acredita que a\n jogada agora é fazer um novo turno eleitoral, já pensando na eleição de 2014. \n \n O senador explica que é parceiro de Alcides Bernal e como senador\n de Mato Grosso do Sul, ajudará no que for preciso para o desenvolvimento de\n Campo Grande. Ele entende que o trabalho da oposição a partir de agora será o\n de tentar convencer a população de que há um fracasso, para depois jogar no\n colo do candidato da oposição ao Governo do Estado em 2014.\n \n \n